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segunda-feira, 26 de fevereiro de 2024

Fisioterapeuta cita a importância do sono para atletas


O respeito com esse tempo ajuda na performance

 

De fato, quem é dedicado com a sua rotina de treinamento sem dúvida vai colher bons frutos, mas a diferença é que esse cuidado precisa ser reforçado fora do âmbito esportivo. E, nesse sentido, o fisioterapeuta do centro integrado Clinisport Mauri Oliveira Brito Júnior vai citar a importância do sono para atletas.

 

A importância do sono para atletas

“A qualidade do sono interfere diretamente no desempenho dos atletas. Pois aqueles que não aproveitam esse período para descansar de fato e recuperar sua estrutura muscular, dificilmente terão o máximo desempenho em treinos e competições. Além de ficarem mais suscetíveis às lesões. Não basta dormir por sete ou oito horas durante a noite. Se o atleta não atingir um sono profundo quando sua musculatura pode relaxar e não acertar uma boa posição para dormir, poderá acordar mais fadigado e com dores. O que vai refletir bastante em sua performance”, relata Júnior.

 

Então, o fisioterapeuta valorizou que além de praticar a higiene do sono, como horário fixo para deitar e acordar, evitar uso de telas algumas horas antes de dormir. Além de promover um ambiente silencioso e com pouca luz, o cuidado com colchão é essencial.

 

O motivo da tese desse profissional é que um colchão bem adequado contribui positivamente para esse período de descanso. Atente-se na hora de adquirir esse tipo de produto.

 

Sendo assim, Brito também indica colchões revestidos com tecnologias. Como as dos fios de carbono, que ajudam a dissipar a energia estática do corpo, contribuem para a recuperação física e redução dos níveis de stress.

 

“O colchão pode ser mais um dos pontos de ganho marginal para os atletas, já que ele é responsável por 80% da qualidade do sono. O modelo ideal é o que melhor se adeque ao gosto pessoal e necessidade de cada um, mas optar por uma estrutura que não seja nem tão firme ou tão macia, que absorva os impactos e suavize os pontos de pressão do corpo, pode ajudar bastante”, terminou.

 

Fonte: https://sportlife.com.br/fisioterapeuta-cita-a-importancia-do-sono-para-atletas/ - Por Guilherme Faber - Shutterstock


O ladrão não vem senão a roubar, a matar, e a destruir; Eu (Jesus) vim para que tenham vida, e a tenham com abundância." (João 10:10)


quinta-feira, 26 de janeiro de 2023

Batata-doce: entenda o que ela tem de especial para os atletas


Nutricionista revela alguns dos principais benefícios do alimento, que é uma ótima fonte de carboidrato

 

Frango com batata-doce! Esse costuma ser o prato principal do marombeiro clássico, old-school. O frango, entra como uma fonte de proteína animal, com baixa quantidade de gordura e por um preço mais acessível que outros tipos de carne. Mas, e a batata-doce? Você sabe o que ela tem de especial?

 

O que a torna especial para os atletas

Não é segredo que existem diversas fontes de carboidratos disponíveis para o consumo. No entanto, o grande trunfo da batata-doce é que ela é uma fonte complexa do nutriente. Ou seja, a absorção dela no organismo ocorre lentamente, tornando a liberação de energia gradativa ao longo do dia. Dessa maneira, temos disposição por mais tempo, sem riscos de passar do ponto e engordar.

 

Outros benefícios da batata-doce

Mas, com a ajuda da nutricionista Adriana Stavro, mestre pelo Centro Universitário São Camilo, separamos alguns outros benefícios importantes da batata-doce. Confira:

 

Aumenta a imunidade

A coloração alaranjada do alimento sinaliza uma boa contração de betacaroteno, uma substância convertida em vitamina A no organismo. Sendo assim, a batata-doce Item fundamental para fortalecer o sistema imunológico e manter a saúde em dia.

 

Auxilia o trato gastrointestinal

Por ter uma quantidade significativa de fibras em sua composição, a batata-doce é uma ótima aliada do bom funcionamento intestinal. “Estudos demonstraram que a deficiência de vitamina A aumenta a inflamação intestinal e reduz a capacidade imunológica de responder adequadamente a ameaças potenciais a patógenos”, conta a especialista.

 

Contribui para o emagrecimento

As fibras do alimento, além de facilitarem o trato gastrointestinal, também proporcionam uma maior sensação de saciedade. Efeito mais do que bem-vindo para pessoas que se encontram em restrição dietética para perder gordura corporal. Ou seja, a batata-doce também é uma ótima fonte de energia para a realização de atividades físicas, que contribuem para a perda de peso.

 

E tem mais

Melhora a beleza da pele

O betacaroteno presente na composição do tubérculo, e que lhe dá a coloração alaranjada, além de ótima fonte de vitamina A, tem propriedades antioxidantes. Algo que auxilia a restaurar a elasticidade da pele, renova as células inativas e deixa a pele mais macia e saudável. A batata-doce também é rica em vitaminas C e E, que aumentam a produção de colágeno e fortalecem os tecidos.

 

Ajuda a enxergar melhor

Outro fator ligado aos altos índices de vitamina A encontrados no alimento. O nutriente é responsável por evitar a secura dos olhos, infecções oculares e até mesmo cegueira noturna. A deficiência do componente pode ocasionar a xeroftalmia – doença que interfere na produção de lágrimas e compromete a visão.

 

Reduz o risco de câncer

De acordo com a nutricionista, “estudos sugerem que os antioxidantes da casca da batata-doce roxa, podem reduzir o risco de câncer. Para obter o máximo de nutrição das batatas não descasque, apenas esfregue e lave bem antes de cozinhar. Os antioxidantes ajudam a reduzir o estresse oxidativo, reduzindo a inflamação, reduzindo o risco de doenças inflamatórias, como câncer, doenças cardíacas e doenças autoimunes”, finaliza Stavro.

 

Fonte: https://sportlife.com.br/batata-doce-entenda-o-que-ela-tem-de-especial-para-os-atletas/ - By Redação / Foto: Shutterstock


Antes, sede uns para com os outros benignos, misericordiosos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus vos perdoou em Cristo. Efésios 4:32


sexta-feira, 25 de novembro de 2022

Beach Tennis emagrece? Como é a dieta de atletas profissionais


Dicas são importantes até para quem pretende iniciar o esporte por diversão

 

Beach Tennis surgiu em 1987 na província de Ravennana, na Itália, chegou ao Brasil em 2008 e a cada ano conquista adeptos das cidades litorâneas e praianas. Essa novidade ainda gera dúvidas seja por performance, estilo de jogo e alimentação. Dessa maneira, convidamos a nutricionista Beatriz Finizola, que vai orientar a dieta de atletas profissionais de Beach Tennis.

 

ORIENTAÇÕES

META DEFINIDA

Em caso de jogadores profissionais, o principal é saber que performance e condicionamento se formam com o tempo de plano alimentar e de treino. “É importante, que esse atleta já esteja em acompanhamento nutricional e tenha uma boa alimentação para melhorar a performance nos treinos e competições”, falou.

 

PRÉ-TREINO

Os detalhes não ficam por conta apenas do aquecimento, ou seja, as substâncias formadas principalmente por carbono, hidrogênio e oxigênio (carboidrato) são aliadas antes de partir para o “play”. “É importante uma refeição com mais carboidrato, porque promove energia mais rápido. Sem muita fibra e proteína. É o período que não pode ter a digestibilidade dificultada. Então, a energia vai ser fornecida mais rápida”, garantiu.

 

 “Apesar de variar muito individualmente (necessidade energética, peso, nível de treinamento e condicionamento), podemos colocar como exemplos de refeições: pão integral com requeijão, fruta com densidade calórica alta para fornecer aporte alto de energia, banana com aveia e granola sem açúcar”, disse.

 

PÓS-TREINO

“Um aporte de carboidrato também, mas com mais proteína para recuperação muscular. Uma refeição mais completa com mais fibras também. Dependendo do dia a dia do atleta, isso vai encaixar tanto como opções de lanche, almoço, jantar e isso não é algo padrão. Não existem alimentos específicos para quem faz beach tennis ou qualquer outro esporte”, detalhou.

 

INTERVALO

O ex-tenista Gustavo Kuerten, o Guga, ficou reconhecido pelo seu mérito esportivo e pelas refeições rápidas nos intervalos das partidas. Finizola citou algumas restrições desse hábito no Beach Tênis.

 

“Entre as partidas, não acho interessante fazer o processo de ingestão. Se for um atleta, que esteja em acompanhamento nutricional, ele vai ter aporte suficiente para esse treinamento. A gente vai colocar mais carboidrato ao longo do dia e nas refeições que antecedem ao treino. Não só uma na refeição pré-treino, mas nas outras também para que ele consiga aumentar a performance. Entre uma partida e outra, dá para colocar isotônicos para fazer uma reposição em termo de hidratação, além da água”, advertiu.

 

FENÔMENO E MUDANÇA DE VIDA

Beach Tennis é a sensação do momento. Afinal, é comum em cada cidade ver centros esportivos com aulas dessa modalidade e competições amadoras e profissionais espalhadas em todo canto do país. A ITF (Federação Internacional de Tênis) divulgou dados que mostram o aumento de 12% no número de brasileiros praticantes do esporte entre janeiro e abril de 2022.

 

Além disso, há quem embarcou nessa novidade e fez dela a sua profissão, caso do jogador profissional Matheus Museti, o Pará. Bacharel em Direito pela FDF (Faculdade de Direito de Franca), Pará se aventurou no beach na época da pandemia, colocou a advocacia em segundo plano para dedicar-se 100% nas areias e é professor desse esporte na Nova República do Tênis, empresa situada na cidade de Franca (SP).

 

“Comecei a fazer Beach Tennis antes da pandemia, mas depois ‘viciei’ nele por conta do distanciamento social. Praticando todos os dias isso fez com que crescesse o amor. Eu vim do tênis e já queria jogar bem o beach. Comecei a competir e reacendeu aquela chama de competidor, que tem em mim desde criança. Hoje o Beach Tennis é a minha profissão”, recordou.

 

QUEM É ELA?

Beatriz Finizola é graduada em Nutrição pela Unigranrio (Universidade do Grande Rio), pós-graduada em emagrecimento e metabolismo e, também, cursa outra pós-graduação em nutrição esportiva. Beatriz é vinculada profissionalmente a empresa Online Foguete, plataforma na web de aulas ao vivo para academia.

 

Fonte: https://sportlife.com.br/beach-tennis-emagrece-como-e-a-dieta-de-atletas-profissionais/ - By Guilherme Faber - Shutterstock


O SENHOR os protege e os preserva – eles são contados entre os abençoados na terra – ele não os entrega ao desejo de seus inimigos. O SENHOR os sustenta em seus leitos de enfermos e os restaura de seu leito de enfermidade. (Salmos 41: 2-3)


domingo, 18 de setembro de 2022

Batata-doce: entenda o que ela tem de especial para os atletas


Nutricionista revela alguns dos principais benefícios do alimento, que é uma ótima fonte de carboidrato

 

Frango com batata-doce! Esse costuma ser o prato principal do marombeiro clássico, old-school. O frango, entra como uma fonte de proteína animal, com baixa quantidade de gordura e por um preço mais acessível que outros tipos de carne. Mas, e a batata-doce? Você sabe o que ela tem de especial?

 

O que a torna especial para os atletas

Não é segredo que existem diversas fontes de carboidratos disponíveis para o consumo. No entanto, o grande trunfo da batata-doce é que ela é uma fonte complexa do nutriente. Ou seja, a absorção dela no organismo ocorre lentamente, tornando a liberação de energia gradativa ao longo do dia. Dessa maneira, temos disposição por mais tempo, sem riscos de passar do ponto e engordar.

 

Outros benefícios da batata-doce

Mas, com a ajuda da nutricionista Adriana Stavro, mestre pelo Centro Universitário São Camilo, separamos alguns outros benefícios importantes da batata-doce. Confira:

 

Aumenta a imunidade

A coloração alaranjada do alimento sinaliza uma boa contração de betacaroteno, uma substância convertida em vitamina A no organismo. Sendo assim, a batata-doce Item fundamental para fortalecer o sistema imunológico e manter a saúde em dia.

 

Auxilia o trato gastrointestinal

Por ter uma quantidade significativa de fibras em sua composição, a batata-doce é uma ótima aliada do bom funcionamento intestinal. “Estudos demonstraram que a deficiência de vitamina A aumenta a inflamação intestinal e reduz a capacidade imunológica de responder adequadamente a ameaças potenciais a patógenos”, conta a especialista.

 

Contribui para o emagrecimento

As fibras do alimento, além de facilitarem o trato gastrointestinal, também proporcionam uma maior sensação de saciedade. Efeito mais do que bem-vindo para pessoas que se encontram em restrição dietética para perder gordura corporal. Ou seja, a batata-doce também é uma ótima fonte de energia para a realização de atividades físicas, que contribuem para a perda de peso.

 

E tem mais

Melhora a beleza da pele

O betacaroteno presente na composição do tubérculo, e que lhe dá a coloração alaranjada, além de ótima fonte de vitamina A, tem propriedades antioxidantes. Algo que auxilia a restaurar a elasticidade da pele, renova as células inativas e deixa a pele mais macia e saudável. A batata-doce também é rica em vitaminas C e E, que aumentam a produção de colágeno e fortalecem os tecidos.

 

Ajuda a enxergar melhor

Outro fator ligado aos altos índices de vitamina A encontrados no alimento. O nutriente é responsável por evitar a secura dos olhos, infecções oculares e até mesmo cegueira noturna. A deficiência do componente pode ocasionar a xeroftalmia – doença que interfere na produção de lágrimas e compromete a visão.

 

Reduz o risco de câncer

De acordo com a nutricionista, “estudos sugerem que os antioxidantes da casca da batata-doce roxa, podem reduzir o risco de câncer. Para obter o máximo de nutrição das batatas não descasque, apenas esfregue e lave bem antes de cozinhar. Os antioxidantes ajudam a reduzir o estresse oxidativo, reduzindo a inflamação, reduzindo o risco de doenças inflamatórias, como câncer, doenças cardíacas e doenças autoimunes”, finaliza Stavro.

 

Fonte: https://sportlife.com.br/batata-doce-entenda-o-que-ela-tem-de-especial-para-os-atletas/ - By Redação - Foto: Shutterstock


Ele cura os corações partidos e fecha suas feridas. (Salmos 147: 3)


terça-feira, 19 de julho de 2022

Colégio O Saber participará do Campeonato Regional Norte Nordeste de Badminton em Recife


Atletas do Colégio O saber participarão do Campeonato Regional Norte Nordeste de Badminton que será realizado em Recife/PE, de 21 a 24 de julho de 2022, no Ginásio do Complexo Esportivo Santos Dumont.

 

Os atletas do Saber disputarão a competição nas seguintes categorias:

Nickolas de Almeida Santos Oliveira – Sub 15

Yasmin Santiago Barbosa – Sub 15

Karen Lorrany de Jesus Cardoso – Sub 15

Pedro Wendell Santos de Oliveira – Sub 19

Mikael Oliveira Mendonça – Principal

John Brito dos Santos – Seniors

 

Os alunos serão orientados pelo Professor de Educação Física John Brito dos Santos.

 

Boa sorte, garotada, e tragam muitas medalhas para o nosso colégio!

 

Por Professor José Costa – Com informações do Colégio O Saber

domingo, 18 de julho de 2021

Termômetro olímpico


A 6 dias das Olimpíadas, confira as principais chances de medalha do Brasil nas Olimpíadas de Tóquio

 

As Olimpíadas estão chegando e o Termômetro Olímpico, atualizado semanalmente no ge, traz as principais chances de pódio do Brasil. Quem são os favoritos, candidatos e quem pode surpreender nos Jogos de Tóquio.

 

Alison Dos Santos, dos 400m com barreiras, deu um belo salto na última semana, já que ele quebrou duas vezes o recorde sul-americano, foi ao pódio em duas etapas da Liga Diamante e se consolidou como terceiro do ranking mundial.

 

Algumas estrelas do esporte nacional ficaram, neste momento, fora da lista do Termômetro Olímpico. É claro que não podem ser descartados para Tóquio mas, neste momento, não entram no Termômetro, restrito a 40 nomes.

 

FAVORITOS AO OURO

 

01 Gabriel Medina

Surfe

Estava em 1°, manteve a posição

Vice-campeão mundial em 2019 e campeão em 2018, Medina é o líder do ranking mundial de 2021 com uma campanha espetacular. Em seis etapas, venceu duas e foi vice-campeão em outras três, incluindo a última, na Califórnia./ No momento, está envolvido em um imbróglio com o COB sobre uma credencial para sua esposa, Yasmin Brunet.

 

02 Pâmela Rosa

Skate

Estava em 2°, manteve a posição

Pâmela Rosa foi campeã mundial em 2019, é líder do ranking mundial e foi, no mês passado, ouro no Dew Tour, torneio realizado nos Estados Unidos. No início de junho, ficou na quarta posição no Campeonato Mundial, disputado em Roma, na Itália.

 

03 Vôlei masculino

Estava em 8°, ganhou 5 posições

A seleção brasileira é atual campeã da Copa do Mundo (2019) e vice do Campeonato Mundial (2018)./ Recentemente foi campeã da Liga das Nações, vencendo a Polônia na final por 3 a 1, mostrando que o time é favorito ao título em Tóquio. O técnico Renan Dal Zotto ficou 37 dias no hospital para se recuperar da Covid-19 e não viajou com o time para a Liga das Nações, na Itália./

 

04 Beatriz Ferreira

Boxe

Estava em 3°, perdeu 1 posição

Atual campeã mundial de boxe na categoria até 60kg,Beatriz conquistou duas medalhas de ouro em torneios no início de 2021, na Alemanha e na Bulgária. Neste último, derrotou a atual medalhista de bronze olímpica na decisão. No fim do ano passado, já tinha vencido um torneio nos Balcãs. Atualmente, está treinando no Rio de Janeiro.

 

05 Isaquias Queiroz

Canoagem

Estava em 4°, perdeu 1 posição

Campeão mundial do C1 1000m em 2019 e medalha de bronze no C2 1000m ao lado de Erlon Souza, Isaquias foi, em maio, prata na prova do C1 1000m na etapa da Copa do Mundo da Hungria, ficando atrás de um alemão. Em dupla com Jacky Godmann foi bronze no C2 1000m. Essa será a dupla brasileira em Tóquio, já que Erlon está com uma lesão crônica no quadril.

 

Não é todo favorito que vence

A projeção de resultados dos atletas brasileiros é feita com base em vários critérios, expostos aqui no Termômetro, mas obviamente não é garantia nenhuma de uma medalha.

 

Para a Olimpíada de 2016, o GloboEsporte.com fez uma previsão grande de quem iria ao pódio em cada uma das 306 provas disputadas, entre todas as modalidades. O site cravou 129 ouros, ou seja, 41% dos campeões. Dos que a gente tinha colocado como medalhistas de ouro, 101 (33%) sequer foram ao pódio.

Aí você pode dizer. Ah, mas a projeção do GloboEsporte.com foi muito ruim, o pessoal não entende nada. Não é bem assim. A Revista Sports Illustrated, que faz o preview mais conhecido e tradicional do mundo, acertou apenas 132 campeões, ou seja, 43%.

Será que nós, jornalistas, somos tão ruins de palpite? Na verdade não. A questão é que o esporte olímpico é decidido nos detalhes. Um erro em uma largada, um vacilo em um lance, um tropeço, qualquer coisinha tira um favorito da disputa pela medalha.

 

06 Martine Grael/Kahena Kunze

Vela

Estava em 5°, perdeu 1 posição

Atuais campeãs olímpicas e medalha de prata no Campeonato Mundial de 2019, Martine e Kahena venceram, em abril, um importante torneio na Espanha, que contou com as melhores duplas do mundo. No início do mês, disputaram um outro torneio em Cascais, Portugal, mas não entraram em ação na última regata, por conta de um resfriado de Kahena.

 

FAVORITOS PARA A MEDALHA

07 Ítalo Ferreira

Surfe

Estava em 6°, perdeu 1 posição

Campeão mundial de surfe em 2019 e também medalha de ouro no ISA Games, competição disputada no Japão e que simulou um torneio olímpico, Ítalo é o segundo do ranking de 2021. Nas seis primeiras etapas do Circuito de 2021 conseguiu um título e dois terceiros lugares.

 

08 Rayssa Leal

Skate

Estava em 7°, perdeu 1 posição

Aos 13 anos, é uma das favoritas ao pódio nas Olimpíadas. No início do mês, conquistou o bronze no Campeonato Mundial, disputado em Roma, na Itália. Em maio, havia sido prata em um torneio nos EUA, o Dew Tour. Vice-líder do ranking, foi prata no Campeonato Mundial de 2019.

 

09 Bruno Fratus

Natação

Estava em 9°, manteve a posição

Vice-campeão mundial dos 50m livre em 2017 e 2019 e finalista nas duas últimas Olimpíadas, o nadador mora há muitos anos nos Estados Unidos./ Nas últimas semanas conquistou dois ouros e uma prata no Circuito Mare Nostrum de natação, disputado na Europa e o título do Sete Coli, torneio na Itália.

 

10 Ana Marcela Cunha

Maratona aquática

Estava em 10°, manteve a posição

Quinta colocada na prova dos 10km das águas abertas no Mundial de 2019, Ana Marcela conquistou, no início de março, o título na etapa de Doha do Circuito, que contou com a participação de algumas das melhores do planeta./ Participou do Troféu Brasil, em piscina, e fez os melhores tempos de sua vida nos 400m e 1500m livre. Não vai para as Olimpíadas nesta prova, mas o feito mostra que está em um momento muito bom/ Na semana que passou, foi prata em um campeonato na Espanha, em que chegou atrás apenas da atual campeã olímpica, a holandesa Sharon van Rouwendaal.

 

11 Ágatha/Duda

Vôlei de Praia

Estava em 11°, manteve a posição

Dupla quarta colocada no Circuito Mundial e medalha de prata no Finals, segundo torneio mais importante de 2019, é a dupla mais regular do mundo em 2021/ Foi ao pódio em quatro das seis etapas disputadas, com um título, uma prata e dois bronzes, se consolidando como o melhor time da temporada até o momento.

 

Meta do COB

O Comitê Olímpico do Brasil (COB) não fala oficialmente em meta de medalhas para os Jogos de Tóquio 2020, mas está claro que um objetivo factível para o Brasil é superar as 19 medalhas conquistadas na Rio 2016, que é o recorde histórico do país. Mas se o objetivo é superar o número de medalhas quer dizer que nosso esporte melhorou? Não é bem assim.

Para Tóquio 2020, foram incluídos skate, surfe e karatê, modalidades que não estavam no programa olímpico do Rio. E, deste trio, é possível que venham pelo menos cinco pódios para o Brasil, que é uma das maiores potências nas ondas e nas rodinhas, e briga por pelo menos duas medalhas no tatame.

Ou seja, apesar dos atletas estarem tendo menos apoio financeiro do que no último ciclo, o número de medalhas pode aumentar. Não tanto pela evolução do esporte nacional, mas mais pela mudança, benéfica para o Brasil, no programa de provas.

 

12 Futebol masculino

Futebol

A seleção masculina de futebol foi convocada recentemente para as Olimpíadas. Mesmo sem contar com as estrelas acima de 24 anos, nem com alguns nomes importantes do sub-24, a equipe é uma das melhores que estarão nos Jogos Olímpicos./ O time foi ao pódio nas últimas três Olimpíadas (ouro em 2016, prata em 2012 e bronze em 2008).

 

13 Fernando Reis

Levantamento de peso

Estava em 13°, manteve a posição

Atual tricampeão dos Jogos Pan-Americanos e bronze no Mundial de 2018, Fernando Reis é um dos principais candidatos ao pódio na categoria pesado, acima de 109kg. No ranking mundial que definiu os classificados, aparece atrás somente de um georgiano (Campeão mundial e favorito ao ouro) e de um iraniano. Rivais como o da Armênia e de Belarus não estão inscrito por conta de punição de doping para seus países.

 

14 - Alison Santos

Atletismo

Estava em 20°, ganhou 6 posições

Sétimo colocado nos 400m com barreiras do Campeonato Mundial de 2019 e campeão dos Jogos Pan-Americanos em 2019, Alison quebrou cinco vezes o recorde sul-americano somente em 2021, a última vez no domingo, na Suécia, com o tempo de 47s34./ A marca o coloca na terceira posição do ranking mundial de 2021.

 

15 Tatiana Weston-Webb

Surfe

Estava em 14°, perdeu 1 posição

Quinta colocada no ranking mundial entre as classificadas para as Olimpíadas de Tóquio em 2019, a surfista começou a temporada 2021 com ótimos resultados. Após seis etapas, é quarta colocada no ranking de 2021, com direito a um título na etapa de Margareth River, na Austrália. No mês passado, foi terceira na etapa da Califórnia, disputada em ondas artificiais.

 

16 Mayra Aguiar

Judô

Estava em 15°, perdeu 1 posição

Medalha de bronze no Mundial de judô de 2019, Mayra Aguiar passou por uma cirurgia em setembro de 2020 e ficou sem competir até o mês passado. Participou do Campeonato Mundial, na Hungria, e perdeu na segunda luta. Fechou o ranking olímpico na sexta posição e será cabeça-de-chave em Tóquio.

 

17 Arthur Zanetti

Ginástica Artística

Estava em 16°, perdeu 1 posição

Atual vice-campeão olímpico das argolas e quinto colocado no Campeonato Mundial de 2019, Zanetti voltou a competir no último fim de semana. Conquistou a prata na Copa do Mundo de Doha, no Catar, com uma nota que lhe daria o ouro no Campeonato Mundial de 2019. Apresentação empolga para Tóquio, mas a argola é uma aparelho muito equilibrado, com pelo menos seis atletas na briga direta pelo pódio.

 

18 Arthur Nory

Ginástica Artística

Estava em 12°, perdeu 6 posições

Campeão mundial da barra fixa em 2019, voltou a competir depois de um ano e meio, quando participou do Pan-Americano de ginástica, no Rio de Janeiro, no início do mês. Foi muito bem nas eliminatórias, com a nota de 14,400 (o título mundial veio com 14,900), mas caiu três vezes na decisão, quando tentou elevar o nível de dificuldade. Na Copa do Mundo, no último fim de semana, ficou com a medalha de prata, de novo com 14,400. A medalha em Tóquio deve sair na casa de 14,800.

 

19 Maria Suelen

Judô

Estava em 17°, perdeu 2 posições

Quinta colocada nos Campeonatos Mundiais de 2018 e 2019, Maria Suelen conquistou, mês passado, o bronze no Campeonato Mundial, disputado na Hungria, derrotando a cubana Idalys Ortiz, na qual tinha um histórico de 16 derrotas em 16 lutas/ Chegará em Tóquio como uma das favoritas ao pódio e suas principais adversárias são do Japão, Cuba e França.

 

BRIGAM POR MEDALHA

20 Milena Titoneli

Taekwondo

Estava em 19°, perdeu 1 posição

Bronze no Campeonato Mundial de 2019 e atual campeã dos Jogos Pan-Americanos, a atleta foi, junto com parte da seleção e da comissão técnica, está na Sérvia para uma série de treinos com alguns dos melhores atletas do mundo. Em etapa do Circuito Mundial, conquistou o bronze em torneio na Bulgária, e, recentemente, foi novamente campeã continental.

 

21 Nathalie Moellhausen

Esgrima

Estava em 18°, perdeu 3 posições

Atual campeã mundial da categoria espada, participou de sua primeira competição internacional em março, ficando em nono lugar em uma etapa da Copa do Mundo. Conseguiu duas vitórias importantes, em duelos bem equilibrados, mas foi eliminada também em confronto decidido nos detalhes. Está em quarto lugar no ranking mundial.

 

22 Letícia Bufoni

Skate

Estava em 21°, perdeu 1 posição

Ficou machucada a maior parte de 2019, mas coleciona medalhas e títulos importantes entre 2015 e 2018. No Dew Tour, sua primeira grande competição após o início da pandemia, ficou na quarta posição, mostrando que segue entre as melhores do planeta. No inicio do mês, ficou em quinto lugar no Campeonato Mundial, disputado em Roma, na Itália.

 

23 Pedro Barros

Skate

Estava em 22°, perdeu 1 posição

Campeão mundial de 2018 na categoria park e finalista do torneio em 2019, Pedro Barros ganhou, no início do ano, o STU de Florianópolis. Na última semana, voltou a um torneio importante, o Dew Tour, mas acabou fora da final. Na última rodada da semifinal, fez um protesto contra o julgamento dos árbitros e não tentou a vaga na decisão.

 

24 Darlan Romani

Arremesso de peso

Estava em 23°, perdeu 1 posição

Quarto colocado no Campeonato Mundial no arremesso do peso de 2019, Darlan pegou Covid-19 no mês passado, passou por uma pequena lesão, mas competiu três vezes desde então. Conseguiu a marca de 21,46m, ainda inferior ao que tinha feito em 2019 (22,61m), mas é sua melhor marca desde o início da pandemia.

 

25 Revezamento 4x100m masculino

Atletismo

Estava em 24°, perdeu 1 posição

Quarto colocado no Campeonato Mundial em 2019, quando bateu o recorde sul-americano da prova, e campeão do Mundial de revezamentos, o time está entre os candidatos ao pódio em Tóquio./ Nos últimos meses, Paulo André e Felipe Bardi conseguiram boas marcas na prova individual dos 100m rasos, o que mostra que o revezamento pode estar ainda mais forte em 2021. Mês passado, o time chegou em segundo lugar no Mundial de Revezamentos, mas acabou desclassificado porque um dos corredores pisou na linha./

 

26 Rebeca Andrade

Ginástica Artística

Estava em 25°, perdeu 1 posição

Rebeca Andrade se classificou, há vinte dias, para as Olimpíadas de Tóquio, ao vencer o Campeonato Pan-Americano, disputado no Rio de Janeiro. A pontuação obtida, se fosse feita no Mundial de 2019, por exemplo, lhe renderia o bronze no individual geral. Separadamente, suas notas foram 14,800 no salto, 14,400 nas barras assimétricas, 13,800 na trave e 13,700 no solo, todas as pontuações (mesmo com errinhos) capazes de colocá-la na briga por finais em Tóquio. / Na semana passada, conseguiu a nota de 14,500 nas barras assimétricas em uma etapa da Copa do Mundo, mas fez apenas 13,100 na trave, em uma prova que ela errou um pouco, mas também foi injustiçada pelos árbitros./ Rebeca Andrade é um dos grandes nomes da ginástica brasileira atual, mas tem sofrido com muitas lesões nos últimos anos. Contusões que atrapalharam seu desempenho nas Olimpíadas de 2016 e no Mundial de 2018, além de ter a tirado dos Mundiais de 2017 e 2019./ Ainda há uma grande dúvida se ela vai conseguir fazer os dois saltos nas Olimpíadas. Se sim, ela briga forte por uma medalha nesse aparelho.

 

27 Kelvin Hoefler

Skate

Estava em 26°, perdeu 1 posição

Quarto colocado no Campeonato Mundial de skate street de 2019, repetiu a posição na mesma competição, realizada em Roma, na Itália, na última semana. Segue entre os melhores do mundo, mas tem ficado fora do pódio nos detalhes.

 

PODEM SURPREENDER

28 Rafael Silva

Judô

Estava em 27°, perdeu 1 posição

Medalha de bronze nas duas últimas Olimpíadas entre os pesos pesados, e quinto colocado no Campeonato Mundial de 2019, Baby ficou em quinto lugar no Mundial, disputado há 15 dias, na Hungria. O resultado o garante como cabeça de chave nas Olimpíadas de Tóquio. Nos últimos meses, foi prata em dois Grand Slam.

 

29 Vôlei feminino

Estava em 29°, manteve a posição

A seleção foi vice-campeã da Liga das Nações de 2019, e ficou em quarto lugar na Copa do Mundo/ Na última semana, a equipe foi vice-campeã da Liga das Nações, caindo diante dos Estados Unidos na decisão por 3 a 1. No torneio, Sérvia e Itália não estavam com suas titulares, enquanto a China jogou com um time misto.

 

30 Alison/Álvaro

Vôlei de Praia

Estava em 30°, manteve a posição

A dupla, que ficou em terceiro lugar no Circuito Mundial de 2019, teve um começo de ano com altos e baixos no Circuito Mundial. Nas sete etapas já disputadas, o auge foi a medalha de bronze em uma das competições da "Bolha de Cancún". Na Rússia, eles venceram o time da casa, campeões mundiais, mas caíram nas quartas de final para a dupla do Catar.

 

31 Luiz Francisco

Skate

Estava em 31°, manteve a posição

Atual vice-campeão mundial da categoria park em 2019, passou por uma cirurgia no ombro durante a pandemia. Segundo ele mesmo, foi para parar de sofrer com as dores no local. No STU, em janeiro de 2021, ficou em sétimo lugar após sentir uma outra lesão. Participou do Dew Tour no fim de semana e garantiu a vaga nas Olimpíadas, mesmo não chegando na decisão, após fazer um protesto contra o julgamento dos árbitros.

 

32 Flávia Saraiva

Ginástica Artística

Estava em 32°, manteve a posição

Quarta colocada no solo, sexta na trave e sétima no individual geral no Campeonato Mundial de 2019, Flavia é uma das candidatas ao pódio nas Olimpíadas nas três categorias/ Participaria, há dez dias, do Campeonato Pan-Americano, no Rio de Janeiro, mas uma lesão, sem tanta gravidade, a tirou do torneio. Foi para a Copa do Mundo de Doha no último fim de semana, mas só competiu na trave, em que terminou apenas em sexto lugar.

 

33 Pedro Quintas

Skate

Estava em 33°, manteve a posição

Terceiro colocado no Mundial de park de 2019 e sexto no ranking mundial, garantiu a vaga nas Olimpíadas. No Dew Tour, competição disputada no último fim de semana, não chegou na final. Participou de um protesto contra o julgamento dos árbitros e abriu mão da última tentativa de ir à decisão.

 

34 Robert Scheidt

Vela

Maior medalhista olímpico da história do Brasil, o velejador não chegará aos Jogos de Tóquio como favorito ao pódio, mas com certeza está na lista dos candidatos/ Na última semana foi vice-campeão de um torneio em Portugal que reuniu os principais atletas do mundo, o que mostra que está em uma crescente na reta final da preparação.

 

35 Hebert Conceição

Boxe

Estava em 25°, perdeu 10 posições

Medalha de bronze no Campeonato Mundial de 2019 e prata nos Jogos Pan-Americanos, venceu no início de dezembro de 2020 o Campeonato Brasileiro na categoria até 75kg e foi eleito o melhor atleta de toda competição. Na Europa, porém, não conseguiu bons resultados, vencendo apenas uma luta nas duas competições que fez.

 

36 Ana Patrícia/ Rebecca

Vôlei de Praia

Estava em 28°, perdeu 8 posições

Dupla que terminou em terceiro lugar no Circuito Mundial de 2019, se manteve bem em 2020 nas etapas do Circuito Nacional. Conquistou quatro etapas da competição brasileira, a último há dez dias, derrotando Bárbara/Carol na decisão./ No Circuito Mundial, a dupla ainda não conseguiu grandes resultados esse ano, e, inclusive, não disputou as últimas etapas por conta de um entorse no tornozelo de Rebecca.

 

37 Erica Sena

Atletismo

Estava em 36°, perdeu 1 posição

Quarta colocada no Campeonato Mundial de 2019 na marcha atlética, Erica foi vice-campeã de uma prova na República Tcheca em outubro de 2020 e, no início de dezembro, ficou com o título no Troféu Brasil. Há dois meses, quebrou o recorde brasileiro da marcha de 35km (prova não olímpica), depois foi treinar nos EUA./ No início do mês, foi bronze em uma competição em La Coruña, na Espanha.

 

38 Ana Sátila

Canoagem slalom

Estava em 37°, perdeu 1 posição

Finalista no Campeonato Mundial de canoagem slalom tanto no K1 como no C1, disputará as duas provas nas Olimpíadas de Tóquio. Em 2020, conquistou a medalha de ouro nas duas etapas da Copa do Mundo que disputou. Neste ano, porém, disputou duas etapas da Copa do Mundo e não conseguiu um lugar entre as oito melhores da competição.

 

39 Futebol feminino

Estava em 39°, manteve a posição

A seleção feminina de futebol foi nona colocada na Copa do Mundo de 2019, quando foi eliminada pela França, as donas da casa, na prorrogação. Atualmente, o time é comandado por Pia Sundhage, uma das maiores técnicas da história. Há três semanas, a equipe derrotou a Rússia por 3 a 0 e, em seguida, empatou 0x0 com o Canadá. Atualmente, as favoritas ao título olímpico são EUA, Grã Bretanha, Holanda e Suécia, com o Brasil sendo uma espécie de quinta força mundial atual, que chega com chances de medalha.

 

40 Marlon Zanotelli

Hipismo

Estava em 40°, manteve a posição

Atual campeão dos Jogos Pan-Americanos no individual e por equipes, Marlon Zanotelli tem conquistado bons resultados nos últimos meses. Há dez dias, foi segundo colocado de uma prova 5 estrelas na Holanda, que reuniu alguns dos melhores atletas do mundo.

 

Pode anotar: vai ter surpresa!

Maicon Andrade e o gostinho da medalha de bronze conquistada no taekwondo (Foto: Agência Reuters)Maicon Andrade e o gostinho da medalha de bronze conquistada no taekwondo (Foto: Agência Reuters)

Em todas as edições de Jogos Olímpicos, o Brasil conquista uma ou duas medalhas que poucos esperavam. Então você pode ter certeza que, mesmo com a gente analisando 40 atletas e equipes brasileiras, alguém que não está na lista vai ao pódio. Aliás, essa é a nossa torcida

 

Estudos demonstram que a cada quatro chances de medalha, o país conquista uma. Então, se a delegação quer superar as 19 medalhas conquistadas nos Jogos do Rio, precisa chegar com quase 80 possibilidades de pódio.

 

Na Olimpíada do Rio, nosso Termômetro Olímpico tinha 60 nomes, mas não contava com Maicon Siqueira, no taekwondo. Ele já vinha se destacando em algumas competições, mas não colocamos naquela lista inicial. Na nossa projeção, foi a surpresa da seleção nos Jogos do Rio.

 

Acho que, para não cometermos injustiças, cabe aqui colocar alguns nomes que não analisamos por completo, mas que devem ser lembrados na briga por medalhas: Almir Cunha (Salto triplo), Gabriel Constantino (110m com barreiras), Caio Bonfim (marcha atlética), Nubia Soares (salto triplo), Thiago Braz (salto com vara), Fernanda Borges e Andressa Morais (lançamento do disco), revezamento 4x100m feminino, Wanderson Oliveira, Keno Marley e Jucielen Romeu (boxe), Henrique Avancini (ciclismo), Guilherme Toldo (esgrima), a seleção de futebol masculino, Francisco Barreto e Caio Souza (ginástica), a equipe de hipismo saltos, Daniel Cargnin, Maria Portela, Ketleyn Quadros e Larissa Pimenta (judô), Fernando Scheffer (200m livre) e os revezamentos 4x200m e 4x100m livre e 4x100m medley (natação), Lais Nunes e Aline Silva(wrestling), Silvana Lima (surfe), Isadora Pacheco, Dora Varella e Yndiara Asp (skate), Ícaro Miguel e Edival Pontes (taekwondo), Hugo Calderano (tênis de mesa), Marcelo Melo e Bruno Soares (tênis), Marcus D´Almeida (tiro com arco), Felipe Wu (tiro esportivo), Jorge Zarif (Classe Finn), Fernanda e Ana Luiza (classe 470), e Samuel e Gabriela (Classe Nacra 17)

 

CRÉDITOS

Design: Michel Lima

Desenvolvimento: Patrick Gomes - Rodolfo Mói

 

Fonte: https://interativos.globoesporte.globo.com/olimpiadas/termometro/termometro-olimpico - Por Guilherme Costa

segunda-feira, 15 de julho de 2019

Bactérias que aumentam a performance são encontradas em atletas


Talvez tudo que te falta para ser um atleta de alta performance ou um maratonista vencedor é uma simples bactéria: a Veillonella.

Um novo estudo do Joslin Diabetes Center (EUA) descobriu que essa bactéria existe em quantidade mais abundante no microbioma de atletas de elite e destilou o seu papel no metabolismo humano, ou seja, como ela ajuda os indivíduos a ter uma maior habilidade física.

O estudo
O estudo começou em 2015, quando o pesquisador Jonathan Scheiman, na época na Universidade de Harvard (EUA), coletou amostras fecais de atletas que participaram da Maratona de Boston, uma semana antes e depois do evento. Como grupo de controle, ele também coletou amostras de indivíduos sedentários.

Durante a análise dessas amostras, a Veillonella logo se destacou: era muito abundante no organismo dos atletas logo após a maratona, e no geral já existia em maior quantidade nestes indivíduos do que no grupo sedentário.

“Quando analisamos os detalhes da Veillonella, descobrimos que ela é relativamente única no microbioma humano, pois usa lactato ou ácido lático como sua única fonte de carbono”, explicou Scheiman.

Em um experimento com ratos, os pesquisadores confirmaram que a Veillonella era a responsável por melhorar a habilidade física: os animais tiveram um aumento acentuado na sua capacidade de corrida após a suplementação com a bactéria.

Ok, mas como funciona?
A primeira hipótese dos pesquisadores era de que a bactéria ajudava ao “consumir” o ácido lático produzido pelos músculos durante exercícios físicos desgastantes, o que poderia levar à fadiga. No entanto, o papel do acúmulo de ácido lático na fadiga ainda não é completamente aceito pelos cientistas.

Assim, a equipe decidiu realizar uma análise metagenômica no microbioma para determinar quais eventos foram desencadeados pelo metabolismo de ácido láctico da Veillonella.

Eles descobriram uma abundância de enzimas associadas à conversão de ácido láctico em propionato, um ácido graxo de cadeia curta, após o exercício físico. Em outras palavras, talvez a questão não fosse a remoção do ácido láctico, mas a geração de propionato.

Novos experimentos com ratos verificaram essa hipótese: a introdução de propionato nos animais foi suficiente para aumentar sua capacidade de corrida.

Nós e elas, um casamento de sucesso
As colônias de bactérias que vivem no nosso organismo têm um enorme impacto na nossa saúde.

“O microbioma é um mecanismo metabólico muito poderoso”, disse um dos autores do estudo, o Dr. Aleksandar D. Kostic.

Esta é uma das primeiras pesquisas a mostrar diretamente um forte exemplo de simbiose entre micróbios e seu hospedeiro, o ser humano.

“É muito claro. Cria um ciclo de feedback positivo. O hospedeiro está produzindo algo que esse micróbio em particular favorece. Então, em troca, o micróbio está criando algo que beneficia o hospedeiro. É um exemplo muito importante de como o microbioma evoluiu para se tornar essa presença simbiótica no hospedeiro humano”.

Implicações médicas
O próximo passo da pesquisa é investigar como o mecanismo do propionato afeta a capacidade de exercício nas pessoas.

Muitos indivíduos com distúrbios metabólicos não conseguem se exercitar muito bem, mas precisam desse benefício de saúde. Uma suplementação probiótica com Veillonella poderia ser o empurrãozinho necessário.

“Ter maior capacidade de exercício é um forte indicador de saúde geral e proteção contra doenças cardiovasculares, diabetes e longevidade geral. O que nós imaginamos é um suplemento probiótico que as pessoas possam tomar que aumentará sua capacidade de fazer exercícios significativos e, portanto, os protegerá contra doenças crônicas, incluindo diabetes”, resumiu o Dr. Kostic.

Um artigo sobre o estudo foi publicado na revista científica Nature Medicine. [MedicalXpress]